sábado, 23 de junho de 2012

Desenhista Instrucional ou Didático

Hoje, vou falar um pouquinho sobre o profissional que, apesar de não ilustrar, é quem desenha o material didático. Muitas pessoas não sabem quem é, mas ele tem papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem. Com vocês, o desenhista instrucional ou designer didático.

Quem é o desenhista instrucional?
O desenhista instrucional é quem define como o conteúdo deve ser tratado. É o profissional capaz de tratar e organizar a informação, promovendo maior interatividade e navegabilidade para o aluno.

Como?
Ele faz o roteiro da aprendizagem, levando em conta a cognição. Uma das ferramentas do design didático é a criatividade. Inovação também é importante requerimento para um bom design didático. A inovação é necessária para adaptar diferentes conteúdos  a diferentes públicos. A inovação caminha em paralelo com a criatividade e, por isso, o pensamento criativo é potencializado por práticas inovadoras.

Isto é...
Ele é o profissional que decide quais serão as ferramentas utilizadas no desenho instrucional de um conteúdo.

Por exemplo...
Se o conteúdo terá ou não um hipertexto, se será necessário um infográfico, entre outros recursos.

Por isso que...
É importante que o desenhista instrucional tenha uma visão pedagógica e conhecimento dos processos de educação, pois é ele quem estabelece a metodologia ou técnica para o aprendizado, ou seja, realiza o planejamento educacional de um projeto pedagógico.

Concluindo...
O desenhista instrucional deve ser inovador e criativo. Precisa ser coerente com o conteúdo dado, utilizar os recursos multimídias, mas sem exceder de informação e sem poluição visual. Porque, sem dúvida, priorizamos o conteúdo e não apenas o design, este é importante e complementa o primeiro. Criar para inovar e atrair, esse é o lema para um bom design didático.

Um momento de ludicidade...


Referências:
Assuntos Ead. Disponível em: http://assuntosead.blogspot.com.br/2011/05/material-design-didatico.html  Acesso em 10, Jun. 2012.
José Cícero. Disponível em:http://josecicero.wikispaces.com/file/view/DD_UNIDADE2_VERSAO_IMPRESSA.pdf  Acesso em 10, Jun. 2012.
SENAC. http://www.senac.br/BTS/361/artigo1.pdf Acesso em 22, Jun. 2012.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Pequenos vídeos, grandes mensagens

Gostaria de compartilhar dois vídeos bem bacanas:

Tecnologia na educação – o aluno da era digital



Atitude é tudo – Motivação




O novo professor


O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. 
Immanuel Kant

Como estreia para este blog, procurei um tema cada vez mais debatido, não somente pelos profissionais da educação, mas também para quem está conectado no mundo digital que nos cerca diariamente. Em meio a e-mails, blogs, wikis, redes sociais, geração y, tags, etc., a pergunta que fazemos é: como utilizar as tecnologias de informação e comunicação com nossos alunos? 

Em primeiro lugar...
O que são recursos multimídia?
Vídeos, animações, jogos, textos, áudios e softwares educacionais. Na era da tecnologia, levar esses recursos para a sala de aula significa deixar as escolas mais dinâmicas e criativas. 

Como e por que usar os recursos multimídia em sala de aula?
Diversas dúvidas quanto ao uso das tecnologias na escola vêm sendo alimentadas a cada ano. Qual a finalidade? Por que utilizar? Qual a efetividade? Como utilizar? Quem deve estar envolvido com esse processo?
Quando o professor utiliza recursos multimídia em sala de aula, ele consegue enriquecê-las, torná-las mais atrativas e, consequentemente, envolver o aluno. Sem dúvida, o uso das tecnologias de informação e comunicação trará benefícios para ele e seus alunos. Várias pesquisas já comprovaram que os alunos que aprendem com o auxílio da tecnologia em sala de aula, sentem-se mais motivados, interessados, participam mais e fazem mais perguntas.
A utilização dos equipamentos de multimídia possibilita a criação de novos métodos (no auxilio da transmissão do conhecimento), desenvolve capacidades dos indivíduos (na sua formação profissional), preparando-os para o mercado de trabalho que, cada vez mais, necessita de pessoas capacitadas em áreas que envolvam a tecnologia.
O professor precisa “reaprender” a ensinar para poder estar conectado aos seus alunos e assim proporcionar maior interação no seu processo pedagógico de ensino-aprendizagem, pois eles têm disposição e interesse por projetos e atividades que utilizem recursos tecnológicos. O ato de “gostar” está muito próximo ao ato de “querer conhecer”, ou seja, existem mais chances de explorar a aprendizagem do aluno quando estes são expostos a atividades que têm significado para ele.

Concluindo...
Diferente dos alunos, os educadores de hoje não nasceram e nem se formaram em uma realidade de tamanha evolução da tecnologia e dos processos de interatividade. Se, em algumas vezes, o professor parece ser o grande problema, ele é antes de tudo, a grande solução. O professor tem que ser parceiro da tecnologia. É preciso que ele se conscientize da importância em usar o computador como ferramenta pedagógica, pois tanto ele quanto seus alunos são atores no processo de ensino-aprendizagem em que o cenário permite ambientes colaborativos de aprendizagem.
O professor não tem mais como resistir e temer em utilizar as tecnologias de informação e comunicação. O maior desafio do educador do aluno do século XXI está em utilizar adequadamente as tecnologias para a criação de ambientes colaborativos de aprendizagem e, consequentemente, para o desenvolvimento de habilidades que se tornem competências nos alunos. O professor que conseguir isso, certamente estará conectado, em todos os sentidos, com seus alunos.

Referências: